| CONSELHOS PARA OBTER OS MELHORES RESULTADOS COM SUAS POLIAS | |
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¿O que é que influi na fabricação para conseguir isto? - A excentricidade e o desbalanceamento são as principais causas que nos impedem conseguir bons resultados. Outro problema importante é o desgaste dos canais. |
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¿Como evitá-lo? - Quando realizamos a perfuração e o mecanizado do orifício central é o momento exato para resolver a |
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Devemos montar a peça no torno e centrar com comparador de agulha, medindo sobre a superfície do canal retificado e sem pintura desigual. Recomendamos em um giro da polia centrar com uma diferença não maior a 5 linhas, ou seja, 0,05 mm. Isto é conseguir que o orifício saía centrado com respeito aos canais, de maneira que logo a correia terá um funcionamento sem alterações ou deformações por estiramento. Assim, conseguiremos os melhores resultados. |
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Outra causa de excentricidade é o excessivo espaço entre o diâmetro do eixo e o diâmetro do orifício. A diferença entre ambos diâmetros não deve superar 0,02 mm. Ou seja, 2 centésimas. Se se supera esta medida, ao ajustar o prisioneiro, se saem de centro os canais onde trabalham as correias e |
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- Desbalanceamento: Ao ser realizado o orifício é necessário manter equilibrada a peça. Se tivermos que colocar prisioneiros de fixação, estes devem estar dispostos de forma equilibrada. Se a fundição tem um reforço na zona do prisioneiro e da cavilha, é conveniente compensar também esse peso. Se a peça vai girar a velocidades maiores a 500 rpm, se recomenda um balanceio dinâmico do conjunto. Esta tarefa nos permitirá evitar as vibrações indesejadas no equipamento. |
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| Desgaste de canais: A correia nunca deve tocar o fundo do canal; isto diminui a superfície de contato e a tração, e deteriora rapidamente a correia. Controle periodicamente a posição das correias e se são várias, que os dorsos estejam parelhos para que não patinem algumas correias. Se o desgaste do canal com respeito à correia é superior a 0,8 mm., substitua a polia. |
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